Religião

O significado da vida

Muitas figuras históricas importantes da filosofia forneceram uma resposta para a pergunta sobre o que, se é que alguma coisa, torna a vida significativa, embora eles normalmente não a tenham colocado nesses termos (com tal conversa tendo surgido apenas nos últimos 250 anos ou mais, sobre os quais ver Landau 1997). Considere, por exemplo, Aristóteles sobre a função humana, Tomás de Aquino sobre a visão beatífica e Kant sobre o bem supremo. Da mesma forma, pense em Koheleth, o suposto autor do livro bíblico Eclesiastes, descrevendo a vida como “futilidade” e semelhante à “perseguição do vento”, Nietzsche sobre o niilismo, bem como Schopenhauer quando observa que sempre que atingimos um objetivo temos ansiava descobrirmos “como é vã e vazia”. Embora esses conceitos tenham alguma relação com a felicidade e a virtude (e seus opostos),

Apesar do venerável pedigree, é somente a partir da década de 1980, mais ou menos, que um campo distinto do sentido da vida se estabeleceu na filosofia anglo-americana-australásica, na qual esta pesquisa se concentra, e é apenas nos últimos 20 anos que o debate com real profundidade e complexidade apareceu. Há duas décadas, a reflexão analítica sobre o sentido da vida era descrita como um “remanso” em relação ao bem-estar ou bom caráter, e era possível citar quase toda a literatura em uma determinada discussão crítica do campo (Metz 2002). Nem é mais verdade. A filosofia anglo-americana-australásica do significado da vida tornou-se vibrante, de tal forma que agora há literatura demais para ser possível citar de forma abrangente nesta pesquisa. Para obter foco, tende a discutir livros, ensaios influentes e trabalhos mais recentes, e deixa de lado contribuições de outras tradições filosóficas (como a continental ou africana) e de campos não filosóficos (por exemplo, psicologia ou literatura). O objetivo central desta pesquisa é familiarizar o leitor com as atuais abordagens analíticas sobre o sentido da vida, esboçando grandes debates e apontando tópicos negligenciados que merecem mais consideração.

Quando surge o tema do sentido da vida, as pessoas tendem a fazer uma das três perguntas: “Do que você está falando?”, “Qual é o sentido da vida?” e “A vida é de fato significativa?”. A literatura analítica pode ser utilmente organizada de acordo com a questão que ela procura responder. Esta pesquisa parte de um trabalho recente que aborda a primeira questão, abstrata (ou “meta”) sobre o sentido de falar de “sentido da vida”, ou seja, que visa esclarecer o que temos em mente ao indagar sobre o sentido da vida ( seção 1). Depois, considera textos que fornecem respostas para a questão mais substantiva sobre a natureza da significância (seções 2-3). Há no fazer um subcampo do significado aplicado que se assemelha à ética aplicada, em que a significância é considerada no contexto de casos particulares ou temas específicos. Exemplos incluem downshifting (Levy 2005), implementação de aprimoramentos genéticos (Agar 2013), conquistas (Bradford 2015), obtenção de educação (Schinkel et al. 2015), interação com participantes da pesquisa (Olson 2016), automatização do trabalho (Danaher 2017), e criando filhos (Ferracioli 2018). Em contraste, esta pesquisa se concentra quase exclusivamente em abordagens teórico-normativas contemporâneas para o significado da vida, isto é, tentativas de capturar em um único princípio geral todas as condições variadas que poderiam conferir significado à vida. Finalmente, esta pesquisa examina novos argumentos para a visão niilista de que as condições necessárias para uma vida significativa não existem para nenhum de nós, ou seja, que todas as nossas vidas não têm sentido (seção 4). fazer conquistas (Bradford 2015), obter educação (Schinkel et al. 2015), interagir com participantes da pesquisa (Olson 2016), automatizar o trabalho (Danaher 2017) e criar filhos (Ferracioli 2018). Em contraste, esta pesquisa se concentra quase exclusivamente em abordagens teórico-normativas contemporâneas para o significado da vida, isto é, tentativas de capturar em um único princípio geral todas as condições variadas que poderiam conferir significado à vida. Finalmente, esta pesquisa examina novos argumentos para a visão niilista de que as condições necessárias para uma vida significativa não existem para nenhum de nós, ou seja, que todas as nossas vidas não têm sentido (seção 4). fazer conquistas (Bradford 2015), obter educação (Schinkel et al. 2015), interagir com participantes da pesquisa (Olson 2016), automatizar o trabalho (Danaher 2017) e criar filhos (Ferracioli 2018). Em contraste, esta pesquisa se concentra quase exclusivamente em abordagens teórico-normativas contemporâneas para o significado da vida, isto é, tentativas de capturar em um único princípio geral todas as condições variadas que poderiam conferir significado à vida. Finalmente, esta pesquisa examina novos argumentos para a visão niilista de que as condições necessárias para uma vida significativa não existem para nenhum de nós, ou seja, que todas as nossas vidas não têm sentido (seção 4). esta pesquisa concentra-se quase exclusivamente em abordagens teórico-normativas contemporâneas para o significado da vida, isto é, tentativas de capturar em um único princípio geral todas as condições variadas que poderiam conferir sentido à vida. Finalmente, esta pesquisa examina novos argumentos para a visão niilista de que as condições necessárias para uma vida significativa não existem para nenhum de nós, ou seja, que todas as nossas vidas não têm sentido (seção 4). esta pesquisa concentra-se quase exclusivamente em abordagens teórico-normativas contemporâneas para o significado da vida, isto é, tentativas de capturar em um único princípio geral todas as condições variadas que poderiam conferir sentido à vida. Finalmente, esta pesquisa examina novos argumentos para a visão niilista de que as condições necessárias para uma vida significativa não existem para nenhum de nós, ou seja, que todas as nossas vidas não têm sentido (seção 4).

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